quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Trabalhar à noite prejudica metabolismo e provoca danos a longo prazo

22/01/2014 - 09:20

Trabalhar de madrugada pode perturbar o corpo humano e causar danos à saúde a longo prazo, ao alterar o metabolismo e prejudicar o bom funcionamento molecular, afirma um estudo britânico realizado por especialistas do Sleep Research Centre, da Universidade de Surrey, avança o SAPO Saúde, citando a BBC.

Segundo os autores do estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, a descoberta é "uma surpresa”.
 
Os cientistas explicaram que o corpo humano tem um ritmo natural próprio e que o relógio biológico é programado para ficar activo durante o dia e dormir à noite. As mudanças provocadas pelos turnos nocturnos podem causar alterações hormonais, do humor, da actividade cerebral, da temperatura corporal e do desempenho dos atletas.
 
Os cientistas acompanharam 22 pessoas que trabalhavam durante o dia e que foram transferidas para turnos nocturnos.
 
Sabe-se que 6% dos genes são programados para ficar mais ou menos activos, actuando em sintonia em momentos específicos do dia. Ao trabalharem à noite, essa sintonia genética deixa de existir.
 
"E isso explica porque nos sentimos tão mal quando estamos com jet lag ou se temos de trabalhar em turnos alternados", sugere Simon Archer, um dos autores.
 
Derk-Jan Dijk, co-autor do estudo, acrescenta que todos os tecidos do corpo têm o próprio ritmo durante o dia, mas que ao ficarem "acordados" à noite, perdem a sincronia, podendo causar danos a longo prazo, como aceleração do batimento cardíaco e alterações no funcionamento dos rins e cérebro.
 
Estudos anteriores já tinham mostrado que dormir em horas erradas do dia aumenta o risco de diabetes tipo 2, AVC e obesidade.

  Fonte: BBC/SAPO Saúdehttp://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/trabalhar-a-noite-prejudica-metabolismo-e-provoca-danos-a-longo-prazo.html

sábado, 11 de janeiro de 2014

Nutrientes e suplementos que promovem a saúde cerebral
Aumentar a capacidade de memorização e concentração, reduzir o estresse, induzir a produção de neurônios, estimular as sensações de bem-estar e prazer e afastar problemas como a ansiedade, depressão e até mesmo compulsão.
Tudo isso é possível com a ajuda de uma alimentação equilibrada e os suplementos certos
Mônica Antunes G. Forte
Nutricionista especializada em
Nutrição Clínica e Esportiva

Nosso organismo é composto de diversos órgãos vitais e o cérebro é um deles, um sistema ultra-organizado e supercomplexo que possui intensa atividade durante toda a nossa vida. O funcionamento cerebral depende de uma nutrição adequada com vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos essenciais, capazes de evitar os distúrbios da mente, prevenir doenças e até melhorar alguns aspectos comportamentais, como depressão e ansiedade, por exemplo. A ciência comprova: a comida certa tem ainda o poder de aumentar a capacidade de raciocínio, aprendizado e memória.
Nos dias atuais, nosso cérebro é constantemente estimulado e exigido, com uma grande carga de informações,
conhecimentos, emoções, estresses etc, então ele deve estar no mínimo bem nutrido para dar conta de tantas tarefas. Com o estresse de qualquer natureza, nosso organismo produz os radicais livres e isso não é diferente no cérebro. Para que essas moléculas sejam neutralizadas e não afetem nenhuma estrutura cerebral levando ao envelhecimento do órgão, a dieta deve ser bastante rica em antioxidantes, ou seja, vitaminas, minerais e fotoquímicos presentes nos alimentos. Tenha sempre os seguintes alimentos em sua dieta: oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) e azeite de oliva, verduras verdes escuras, legumes e frutas de colorações amarela, laranja e vermelhoarroxeada, frutas cítricas, cereais integrais e cacau.

A glicose é a principal fonte de energia para o Sistema Nervoso Central, então devemos manter a nossa alimentação a cada 3h para que essa fonte não seja reduzida. A hipoglicemia, situação que ocorre quando a pessoa fica longos períodos sem se alimentar, é hoje relacionada com a perda da memória, pois sem a contínua fonte de energia os neurônios (células cerebrais) morrem.
Para a glicose entrar no cérebro, ela precisa da ajuda de outros nutrientes, como cromo, magnésio, vanádio, niacina e outros.

Os estudos atuais descobriram que os neurônios se reproduzem ao longo da vida, processo conhecido como neurogênese, e para isso dependem de vários nutrientes tais como a colina, presente na gema do ovo. Esta substância produz acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado, além de prevenir contra a depressão.
A glutamina é outra substância importante para a mente, uma vez que compõe o DNA – material genético - dessas novas células. Linhaça, peixes, como salmão e atum também estão na lista dos alimentos do cérebro por serem fontes do Ômega 3, gordura essencial que favorece o nascimento dos novos neurônios, protegem os que já existem reduzindo o risco de Alzheimer e Parkinson e são responsáveis pela memória e pela comunicação entre eles.
Os neurotransmissores (mensageiros químicos cerebrais) dependem das proteínas para serem produzidos. Por exemplo, para sintetizar a Serotonina, neurotransmissor responsável por promover asensação de bem-estar e prazer, dependemos do aminoácido Triptofano, presente no feijão, grão de bico, cacau, banana, afastando assim a tristeza e a depressão.

Algumas substâncias são capazes de estimular nosso cérebro, ajudando- o a reduzir o estresse e a melhorar a capacidade de concentração e de memorização. O Ginseng ajuda a manter o estado de alerta, assim como a cafeína. Ambos são estimuladores
com efeitos positivos como o aumento da disposição física e a diminuição do sono, porém seu consumo deve ser moderado para não causar uma estimulação em excesso e prejudicar a memória.

O cuidado com a alimentação é fundamental para quem quer ter mais saúde cerebral, seja momentânea como inteligência e memória, ou a longo prazo com a prevenção de doenças degenerativas. Por outro lado, uma alimentação com baixa qualidade nutricional (poucos nutrientes) e com excesso de aditivos químicos – corantes, conservantes, adoçantes (aspartame, principalmente), pesticidas e metais tóxicos como mercúrio, chumbo, alumínio, cádmio, facilita a morte dos neurônios e dificulta a comunicação entre eles, além de gerar sintomas como irritabilidade, alteração de humor, hiperatividade (física e mental), distúrbios de concentração e aprendizagem, ansiedade, depressão,alterações na qualidade do sono e até mesmo compulsão.
Fonte: REVISTA SUPLEMENTAÇÃO - ANO 03 - EDIÇÃO 09


   

domingo, 5 de janeiro de 2014

O PAPEL DO SONO

Goles contra o Alzheimer

É lançada no país a primeira bebida que serve de complemento alimentar para desacelerar a progressão da doença que apaga a memória
por Thaís Ferreira | ilustrações Otavio Silveira
 



Quando o relógio da vida avança além dos 60 anos, algumas peças do cérebro podem começar a enferrujar. Mas um problema em especial é capaz de acentuar dramaticamente esse declínio, dizimando áreas como o hipocampo e o córtex, responsáveis pela memória, aprendizado e capacidade de planejamento. Estamos falando da doença de Alzheimer, condição em que uma parte dos 100 bilhões de células nervosas e dos 100 trilhões de conexões entre elas, as sinapses, é destruída de maneira lenta e progressiva. Esse arrastão faz com que as lembranças — e, com o tempo, outras funções cognitivas — caiam literalmente no esquecimento.

 
No esforço para contrapor os primeiros apagões do Alzheimer, a Danone Medical Nutrition anuncia a chegada ao país da bebida Souvenaid, cuja proposta não tem precedentes no combate a essa doença, que ainda carece de tratamentos médicos 100% efetivos. O produto, com sabor baunilha, é considerado um complemento alimentar, fruto de mais de dez anos de pesquisas envolvendo testes no prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Entre os ensaios clínicos que mapearam sua ação, está o Souvenaid II, publicado no Journal of Alzheimer’s Disease. Durante seis meses, foram avaliadas 259 pessoas com Alzheimer leve, divididas em grupos paralelos: metade recebeu a bebida e o restante um líquido fajuto, o placebo.
 
De acordo com o responsável pelo estudo, o neurologista Philip Scheltens, da VU University Medical Center Amsterdam, na Holanda, os resultados apontaram benefícios na memória recente com o uso diário do produto. “Utilizamos exames de eletroencefalograma para investigar a qualidade da comunicação entre os neurônios. E descobrimos que, nos pacientes que receberam a bebida de verdade, ela sustentava a conexão entre as células nervosas, enquanto nos demais voluntários esse processo se deteriorava”, conta Scheltens, em entrevista exclusiva a SAÚDE. “Entre os efeitos adversos, nenhum foi significativamente mais presente em um ou outro grupo. Isso mostra que a bebida é segura e bem tolerada”, observa o professor. Em resumo: ela conseguiu resguardar o cérebro, sobretudo as regiões assaltadas pelo mal neurodegenerativo.
 
Bem-vinda, mas não a todos
A Associação Brasileira de Alzheimer estima em 1,5 milhão o número de portadores da desordem em nosso país. E a projeção para a América do Sul é que ela cresça 534% até 2050 — seria um efeito colateral do aumento da expectativa de vida no continente. Mas nem toda essa população pode ou poderá tirar proveito do Souvenaid. Testes revelaram que ele não tem efeito protetor em quadros moderados ou avançados. “O suplemento melhora o estado das membranas dos neurônios, viabilizando as sinapses, que são geralmente atacadas na fase precoce do Alzheimer”, explica o neurologista Paulo Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo. Se a doença progride, as células nervosas capitulam e os danos são irreversíveis.
 
 
Mas qual é a receita do Souvenaid que o tornaria capaz de proteger a memória? O mérito recai sobre as substâncias colina, uridina, DHA e EPA. “As membranas das células nervosas são como paredes, formadas por fosfolipídios, que funcionam como tijolos. Para estimular a formação deles, necessitamos de nutrientes-chave, como os que compõem a bebida”, aponta Claudio Sturion, diretor médico da Danone Medical Nutrition.
 
Sabe-se que certos cardápios, como a dieta mediterrânea — à base de peixes, verduras, frutas e azeite —, diminuem o risco de lapsos de memória e raciocínio lento. Uma das características desse menu é oferecer doses generosas de EPA e DHA, que são formas da gordura ômega-3, além de vitaminas. O Souvenaid meio que se inspira nesse mix nutricional, inclusive pelas suas vitaminas. Um frasco oferece as do tipo C, E e do complexo B, como o ácido fólico. “Ele reduz os níveis circulantes de homocisteína, molécula relacionada à presença de Alzheimer”, exemplifica o psicogeriatra Hewdy Lobo, da Associação Brasileira de Nutrologia. Altas taxas dessa substância estão associadas, por sua vez, ao encolhimento do cérebro.
 
Apesar do amplo histórico de estudos, o Souvenaid não foi avaliado pra valer em pessoas sem declínio cognitivo. Em outras palavras, ainda não pode ser usado na prevenção da doença. Tem mais: embora esteja livre de prescrição e não haja evidências de interação com remédios contra o Alzheimer, recomenda-se a sua ingestão mediante orientação médica. Segundo os testes clínicos, deve-se tomar um pote de 125 mililitros por dia — e o produto começa a fazer efeito após três meses de uso contínuo. Ele serve de lanche da manhã ou da tarde e pode entrar na receita de vitaminas geladas. Só não vale aquecê-lo.
 
Apesar da indicação, a garrafinha está longe de ser barata — uma caixa com quatro unidades custa por volta de 40 reais. Se é preciso tomar uma delas todo dia... Não é por menos que a combinação do suplemento com a medicação chega a dobrar os gastos do paciente. Aliás, diante de obstruções intestinais, dificuldade para engolir e alergia a peixes e frutos do mar (os redutos de DHA), o produto tem de ser descartado. A despeito das contraindicações, o primeiro desafio, inclusive para o médico, é captar o mais cedo possível os sinais do Alzheimer. “A detecção depende principalmente do exame clínico, já que recursos de imagem ajudam a excluir outras causas de demência em estágio mais avançado”, informa o neurologista Arthur Shelp, da Universidade Estadual Paulista. Quanto antes isso acontecer, maior a chance de a nova bebida ajudar a blindar o cérebro.
 
Coquetel contra o Alzheimer - ingredientes:
DHA - (1 200 mg) Equivale a um filé de 80 g de salmão. Ele é um tipo de ômega-3.
EPA - (300 mg) Equivale a uma porção de 55 g de anchova. É outra versão do ômega-3.
URIDINA -  (625 mg) Equivale a 420 tomates-cereja. Favorece a condução dos impulsos nervosos.
COLINA -  (400 mg) Equivale a 4 ovos cozidos. Atua no mecanismo de retenção da memória.
 
 
Quando a cuca começa a sofrer
Calcula-se que de 10 a 15% das pessoas que chegam aos 65 anos apresentam sintomas que remetam ao Alzheimer. A prevalência salta 3% ao ano, até atingir quase 50% ao completar os 85 anos. Nos estágios iniciais da doença, os lapsos de memória são mais presentes, mas podem ser sutis e até negligenciados por serem confundidos como algo natural no envelhecimento. Entre os indícios da doença, estão esquecimento de nomes e objetos, confusão com locais familiares, lentidão em tarefas triviais — como gerenciar finanças ou preparar refeições — e alterações frequentes de humor.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Nutrientes e suplementos que promovem a saúde cerebral


Aumentar a capacidade de memorização e concentração, reduzir o estresse, induzir a produção de neurônios, estimular as sensações de bem-estar e prazer e afastar problemas como a ansiedade, depressão e até mesmo compulsão.

Tudo isso é possível com a ajuda de uma
alimentação equilibrada e os suplementos certos

Mônica Antunes G. Forte
Nutricionista especializada em
Nutrição Clínica e Esportiva

Nosso organismo é composto de diversos órgãos vitais e o cérebro é um deles, um sistema ultra-organizado e supercomplexo que possui intensa atividade durante toda a nossa vida. O funcionamento cerebral depende de uma nutrição adequada com vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos essenciais, capazes de evitar os distúrbios da mente, prevenir doenças e até melhorar alguns aspectos comportamentais, como depressão e ansiedade, por exemplo. A ciência comprova: a comida certa tem ainda o poder de aumentar a capacidade de raciocínio, aprendizado e memória.

Nos dias atuais, nosso cérebro é constantemente estimulado e exigido, com uma grande carga de informações,
conhecimentos, emoções, estresses etc, então ele deve estar no mínimo bem nutrido para dar conta de tantas tarefas. Com o estresse de qualquer natureza, nosso organismo produz os radicais livres e isso não é diferente no cérebro. Para que essas moléculas sejam neutralizadas e não afetem nenhuma estrutura cerebral levando ao envelhecimento do órgão, a dieta deve ser bastante rica em antioxidantes, ou seja, vitaminas, minerais e fotoquímicos presentes nos alimentos. Tenha sempre os seguintes alimentos em sua dieta: oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) e azeite de oliva, verduras verdes escuras, legumes e frutas de colorações amarela, laranja e vermelhoarroxeada, frutas cítricas, cereais
integrais e cacau.

A glicose é a principal fonte de energia para o Sistema Nervoso Central, então devemos manter a nossa
alimentação a cada 3h para que essa fonte não seja reduzida. A hipoglicemia, situação que ocorre quando a pessoa fica longos períodos sem se alimentar, é hoje relacionada com a perda da memória, pois sem a contínua fonte de energia os neurônios (células cerebrais) morrem.
Para a glicose entrar no cérebro, ela precisa da ajuda de outros nutrientes, como cromo, magnésio, vanádio, niacina e outros.

Os estudos atuais descobriram que os neurônios se reproduzem ao longo da vida, processo conhecido como neurogênese, e para isso dependem de vários nutrientes tais como a colina, presente na gema do ovo. Esta substância produz acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado, além de prevenir contra a depressão.

A
glutamina é outra substância importante para a mente, uma vez que compõe o DNA – material genético - dessas novas células. Linhaça, peixes, como salmão e atum também estão na lista dos alimentos do cérebro por serem fontes do Ômega 3, gordura essencial que favorece o nascimento dos novos neurônios, protegem os que já existem reduzindo o risco de Alzheimer e Parkinson e são responsáveis pela memória e pela comunicação entre eles.
Os neurotransmissores (mensageiros químicos cerebrais) dependem das proteínas para serem produzidos. Por exemplo, para sintetizar a Serotonina, neurotransmissor responsável por promover asensação de
bem-estar e prazer, dependemos do aminoácido Triptofano, presente no feijão, grão de bico, cacau, banana, afastando assim a tristeza e a depressão.

Algumas substâncias são capazes de estimular nosso cérebro, ajudando- o a reduzir o estresse e a melhorar a capacidade de concentração e de memorização. O Ginseng ajuda a manter o estado de alerta, assim como a cafeína. Ambos são estimuladores
com efeitos positivos como o aumento da disposição física e a diminuição do sono, porém seu consumo deve ser moderado para não causar uma estimulação em excesso e prejudicar a memória.

O cuidado com a
alimentação é fundamental para quem quer ter mais saúde cerebral, seja momentânea como inteligência e memória, ou a longo prazo com a prevenção de doenças degenerativas. Por outro lado, uma alimentação com baixa qualidade nutricional (poucos nutrientes) e com excesso de aditivos químicos – corantes, conservantes, adoçantes (aspartame, principalmente), pesticidas e metais tóxicos como mercúrio, chumbo, alumínio, cádmio, facilita a morte dos neurônios e dificulta a comunicação entre eles, além de gerar sintomas como irritabilidade, alteração de humor, hiperatividade (física e mental), distúrbios de concentração e aprendizagem, ansiedade, depressão,alterações na qualidade do sono e até mesmo compulsão.
Fonte: REVISTA SUPLEMENTAÇÃO - ANO 03 - EDIÇÃO 09

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

sábado, 7 de dezembro de 2013

Estudo: Cacau melhora desempenho do cérebro humano

Estudo: Cacau melhora desempenho do cérebro humano
As propriedades do cacau cru podem melhorar significativamente as funções cognitivas do cérebro humano. Os responsáveis pela investigação, realizada em Itália, referem que a ingestão deste alimento natural pode também ajudar a prevenir doenças graves associadas à falta de memória.

O cacau é rico em flavonoide, substância responsável pela proteção do organismo contra doenças degenerativas, o envelhecimento precoce e efeitos radicais no metabolismo humano, salientam os investigadores da University of L'Aquila (Itália) que realizaram o estudo em colaboração com cientistas da companhia de chocolates Mars.

A investigação foi desenvolvida com a ajuda de 90 indivíduos portadores da síndrome de Dano Cognitivo Brando (MCI, sigla em inglês), transtorno cerebral que limita a capacidade cognitiva e que pode levar à doença de Alzheimer. Divididos em grupos, os voluntários ingeriram bebidas de cacau durante oito semanas, com diferentes níveis de flavonoide em cada conjunto.

Os resultados da investigação confirmaram os benefícios das propriedades deste alimento para a recuperação das capacidades cognitivas cerebrais dos indivíduos. O estudo revelou que aqueles que ingeriram valores mais reduzidos de flavonoide apresentaram resultados menos positivos.