quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

LECITINA DE SOJA E MEMÓRIA
 
Pesquisador brasileiro acredita que os resultados podem levar a medicamentos que atuem nas funções cognitivas de pacientes
Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, descobriram uma proteína fundamental na capacidade de reconhecer objetos e pessoas. Quando os níveis dessa proteína se reduzem, o indivíduo começa a perder a memória e a mostrar sintomas semelhantes aos da doença de Alzheimer.
A proteína recicla a acetilcolina, responsável por transportar as mensagens entre os neurônios.
Em relatório publicado na revista Neuron (www.neuron.org), os cientistas assinalaram que os animais com defeitos nessa proteína mostraram sintomas parecidos de Alzheimer, entre eles a incapacidade de reconhecer rostos familiares.
Segundo Marco Prado, professor de farmacologia da Universidade Federal de Minas Gerais, que participou da pesquisa, o resultado pode ajudar na busca de remédios que melhorem a função da acetilcolina no cérebro.
Acredita-se que a diminuição da acetilcolina reduz a função cognitiva nos idosos e está relacionada aos sintomas cognitivos e do Alzheimer.”
Fonte: Caderno Vida ZH do dia 09/09/2006
 
LECITINA DE SOJA E MEMÓRIA
BENEFÍCIOS DA LECITINA DE SOJA
Colina: “A Mais Nova Vitamina”
Embora os cientistas de nutrição conheçam a Colina há anos, somente hoje os pesquisadores estão entendendo o quanto essa vitamina é essencial.
A colina tem sido chamada “a mais nova vitamina”. A Academia Nacional de Ciências (NAS), dos EUA, a reconheceu como um nutriente essencial em 1998. É o único componente dietético na categoria de vitamina a ser reconhecido como tal. A colina pode afetar positivamente o desenvolvimento cerebral – incluindo a memória por toda a vida – saúde cardiovascular, função hepática e desenvolvimento reprodutivo.
Poder Mental
A lecitina pode ajudar você a parar de perder as chaves do carro? Pesquisas científicas têm demonstrado que a lecitina e colina podem melhorar a memória, especialmente a perda moderada de memória associada com o envelhecimento.
A lecitina e outros compostos contendo colina podem incrementar a memória em adultos normais, especialmente os indivíduos com função relativamente fraca de memória. A lecitina pode ajudar a reduzir os “momentos de perda temporária de memória” mediante alimentos fortificados com colina.
Ajuda o Coração
Como a doença cardíaca é a principal causa de mortes de homens e mulheres, a lecitina é outra maneira da natureza nos ajudar a manter nosso coração saudável.
A lecitina tem vários papéis na saúde cardíaca, incluindo a redução dos níveis de colesterol total e LDL. A colina fornecida pela lecitina pode ajudar a reduzir altos níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias.
Saúde do Fígado
Os cientistas sabem há algum tempo que a lecitina e colina são essenciais para a função e saúde hepática. Até mesmo algumas semanas com uma dieta deficiente em colina resulta em um fígado gordo, que pode levar a cirrose e/ou câncer do fígado.
Além de fornecer colina, a lecitina também parece proteger diretamente o fígado contra a cirrose decorrente do consumo excessivo de álcool.
Desenvolvimento fetal e infantil
A colina é considerada importante no desenvolvimento cerebral e mental do feto e da criança. No desenvolvimento fetal, a colina é transportada favoravelmente através da placenta, da corrente sangüínea da mãe para o feto, em uma proporção de 1:14.
Da mesma forma, a concentração de colina no leite materno é 100 vezes maior que o nível na corrente sangüínea da mãe. Por essas razões, é recomendado um nível de ingestão mais alto para mulheres grávidas ou em lactação.
Por que é importante a fortificação por Colina?
A natureza incluiu altos níveis de colina em pouquíssimos alimentos. Muitos desses alimentos também têm alto teor de colesterol e gordura saturada – elementos dietéticos que os especialistas em saúde recomendam evitar.
Embora o organismo possa sintetizar alguma colina, as pesquisas mostram que as pessoas não podem produzir toda a colina de que necessitam. Portanto, é essencial que você obtenha colina na sua dieta.
Os especialistas em saúde acreditam que as dietas de muitas pessoas atualmente podem não estar fornecendo uma quantidade suficiente de colina. Uma razão para isso pode ser que os indivíduos estejam consumindo menos da maioria dos alimentos naturalmente ricos em colina à medida que reduzem a gordura e colesterol na dieta.
Alimentos fortificados, como barras de cereais e bebidas, pães, e iogurtes com lecitinas ricas em colina, ajudarão a aumentar a ingestão total de colina dos indivíduos, ao mesmo tempo em que propiciem aos consumidores os benefícios de uma dieta mais saudável.
Processamento da Lecitina
A lecitina é uma combinação de fosfolipídeos que ocorrem naturalmente nos grãos de soja. Gomas de lecitina são obtidas do óleo de soja após a extração do óleo dos flocos de soja.
A lecitina é removida do óleo de soja por um processo de precipitação de vapor. Nesse estágio, as gomas contêm cerca de 25% de umidade, 50% de fosfolipídeos e 25% de óleo de soja.
As gomas são secas em vácuo até cerca de 65% do teor de fosfolipídeos. A partir daí, uma grande variedade de lecitinas refinadas é produzida por filtração, mistura, composição, modificação enzimática ou química ou remoção de óleo.
 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Trabalhar à noite prejudica metabolismo e provoca danos a longo prazo

22/01/2014 - 09:20

Trabalhar de madrugada pode perturbar o corpo humano e causar danos à saúde a longo prazo, ao alterar o metabolismo e prejudicar o bom funcionamento molecular, afirma um estudo britânico realizado por especialistas do Sleep Research Centre, da Universidade de Surrey, avança o SAPO Saúde, citando a BBC.

Segundo os autores do estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, a descoberta é "uma surpresa”.
 
Os cientistas explicaram que o corpo humano tem um ritmo natural próprio e que o relógio biológico é programado para ficar activo durante o dia e dormir à noite. As mudanças provocadas pelos turnos nocturnos podem causar alterações hormonais, do humor, da actividade cerebral, da temperatura corporal e do desempenho dos atletas.
 
Os cientistas acompanharam 22 pessoas que trabalhavam durante o dia e que foram transferidas para turnos nocturnos.
 
Sabe-se que 6% dos genes são programados para ficar mais ou menos activos, actuando em sintonia em momentos específicos do dia. Ao trabalharem à noite, essa sintonia genética deixa de existir.
 
"E isso explica porque nos sentimos tão mal quando estamos com jet lag ou se temos de trabalhar em turnos alternados", sugere Simon Archer, um dos autores.
 
Derk-Jan Dijk, co-autor do estudo, acrescenta que todos os tecidos do corpo têm o próprio ritmo durante o dia, mas que ao ficarem "acordados" à noite, perdem a sincronia, podendo causar danos a longo prazo, como aceleração do batimento cardíaco e alterações no funcionamento dos rins e cérebro.
 
Estudos anteriores já tinham mostrado que dormir em horas erradas do dia aumenta o risco de diabetes tipo 2, AVC e obesidade.

  Fonte: BBC/SAPO Saúdehttp://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/trabalhar-a-noite-prejudica-metabolismo-e-provoca-danos-a-longo-prazo.html

sábado, 11 de janeiro de 2014

Nutrientes e suplementos que promovem a saúde cerebral
Aumentar a capacidade de memorização e concentração, reduzir o estresse, induzir a produção de neurônios, estimular as sensações de bem-estar e prazer e afastar problemas como a ansiedade, depressão e até mesmo compulsão.
Tudo isso é possível com a ajuda de uma alimentação equilibrada e os suplementos certos
Mônica Antunes G. Forte
Nutricionista especializada em
Nutrição Clínica e Esportiva

Nosso organismo é composto de diversos órgãos vitais e o cérebro é um deles, um sistema ultra-organizado e supercomplexo que possui intensa atividade durante toda a nossa vida. O funcionamento cerebral depende de uma nutrição adequada com vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos essenciais, capazes de evitar os distúrbios da mente, prevenir doenças e até melhorar alguns aspectos comportamentais, como depressão e ansiedade, por exemplo. A ciência comprova: a comida certa tem ainda o poder de aumentar a capacidade de raciocínio, aprendizado e memória.
Nos dias atuais, nosso cérebro é constantemente estimulado e exigido, com uma grande carga de informações,
conhecimentos, emoções, estresses etc, então ele deve estar no mínimo bem nutrido para dar conta de tantas tarefas. Com o estresse de qualquer natureza, nosso organismo produz os radicais livres e isso não é diferente no cérebro. Para que essas moléculas sejam neutralizadas e não afetem nenhuma estrutura cerebral levando ao envelhecimento do órgão, a dieta deve ser bastante rica em antioxidantes, ou seja, vitaminas, minerais e fotoquímicos presentes nos alimentos. Tenha sempre os seguintes alimentos em sua dieta: oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) e azeite de oliva, verduras verdes escuras, legumes e frutas de colorações amarela, laranja e vermelhoarroxeada, frutas cítricas, cereais integrais e cacau.

A glicose é a principal fonte de energia para o Sistema Nervoso Central, então devemos manter a nossa alimentação a cada 3h para que essa fonte não seja reduzida. A hipoglicemia, situação que ocorre quando a pessoa fica longos períodos sem se alimentar, é hoje relacionada com a perda da memória, pois sem a contínua fonte de energia os neurônios (células cerebrais) morrem.
Para a glicose entrar no cérebro, ela precisa da ajuda de outros nutrientes, como cromo, magnésio, vanádio, niacina e outros.

Os estudos atuais descobriram que os neurônios se reproduzem ao longo da vida, processo conhecido como neurogênese, e para isso dependem de vários nutrientes tais como a colina, presente na gema do ovo. Esta substância produz acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado, além de prevenir contra a depressão.
A glutamina é outra substância importante para a mente, uma vez que compõe o DNA – material genético - dessas novas células. Linhaça, peixes, como salmão e atum também estão na lista dos alimentos do cérebro por serem fontes do Ômega 3, gordura essencial que favorece o nascimento dos novos neurônios, protegem os que já existem reduzindo o risco de Alzheimer e Parkinson e são responsáveis pela memória e pela comunicação entre eles.
Os neurotransmissores (mensageiros químicos cerebrais) dependem das proteínas para serem produzidos. Por exemplo, para sintetizar a Serotonina, neurotransmissor responsável por promover asensação de bem-estar e prazer, dependemos do aminoácido Triptofano, presente no feijão, grão de bico, cacau, banana, afastando assim a tristeza e a depressão.

Algumas substâncias são capazes de estimular nosso cérebro, ajudando- o a reduzir o estresse e a melhorar a capacidade de concentração e de memorização. O Ginseng ajuda a manter o estado de alerta, assim como a cafeína. Ambos são estimuladores
com efeitos positivos como o aumento da disposição física e a diminuição do sono, porém seu consumo deve ser moderado para não causar uma estimulação em excesso e prejudicar a memória.

O cuidado com a alimentação é fundamental para quem quer ter mais saúde cerebral, seja momentânea como inteligência e memória, ou a longo prazo com a prevenção de doenças degenerativas. Por outro lado, uma alimentação com baixa qualidade nutricional (poucos nutrientes) e com excesso de aditivos químicos – corantes, conservantes, adoçantes (aspartame, principalmente), pesticidas e metais tóxicos como mercúrio, chumbo, alumínio, cádmio, facilita a morte dos neurônios e dificulta a comunicação entre eles, além de gerar sintomas como irritabilidade, alteração de humor, hiperatividade (física e mental), distúrbios de concentração e aprendizagem, ansiedade, depressão,alterações na qualidade do sono e até mesmo compulsão.
Fonte: REVISTA SUPLEMENTAÇÃO - ANO 03 - EDIÇÃO 09


   

domingo, 5 de janeiro de 2014

O PAPEL DO SONO

Goles contra o Alzheimer

É lançada no país a primeira bebida que serve de complemento alimentar para desacelerar a progressão da doença que apaga a memória
por Thaís Ferreira | ilustrações Otavio Silveira
 



Quando o relógio da vida avança além dos 60 anos, algumas peças do cérebro podem começar a enferrujar. Mas um problema em especial é capaz de acentuar dramaticamente esse declínio, dizimando áreas como o hipocampo e o córtex, responsáveis pela memória, aprendizado e capacidade de planejamento. Estamos falando da doença de Alzheimer, condição em que uma parte dos 100 bilhões de células nervosas e dos 100 trilhões de conexões entre elas, as sinapses, é destruída de maneira lenta e progressiva. Esse arrastão faz com que as lembranças — e, com o tempo, outras funções cognitivas — caiam literalmente no esquecimento.

 
No esforço para contrapor os primeiros apagões do Alzheimer, a Danone Medical Nutrition anuncia a chegada ao país da bebida Souvenaid, cuja proposta não tem precedentes no combate a essa doença, que ainda carece de tratamentos médicos 100% efetivos. O produto, com sabor baunilha, é considerado um complemento alimentar, fruto de mais de dez anos de pesquisas envolvendo testes no prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Entre os ensaios clínicos que mapearam sua ação, está o Souvenaid II, publicado no Journal of Alzheimer’s Disease. Durante seis meses, foram avaliadas 259 pessoas com Alzheimer leve, divididas em grupos paralelos: metade recebeu a bebida e o restante um líquido fajuto, o placebo.
 
De acordo com o responsável pelo estudo, o neurologista Philip Scheltens, da VU University Medical Center Amsterdam, na Holanda, os resultados apontaram benefícios na memória recente com o uso diário do produto. “Utilizamos exames de eletroencefalograma para investigar a qualidade da comunicação entre os neurônios. E descobrimos que, nos pacientes que receberam a bebida de verdade, ela sustentava a conexão entre as células nervosas, enquanto nos demais voluntários esse processo se deteriorava”, conta Scheltens, em entrevista exclusiva a SAÚDE. “Entre os efeitos adversos, nenhum foi significativamente mais presente em um ou outro grupo. Isso mostra que a bebida é segura e bem tolerada”, observa o professor. Em resumo: ela conseguiu resguardar o cérebro, sobretudo as regiões assaltadas pelo mal neurodegenerativo.
 
Bem-vinda, mas não a todos
A Associação Brasileira de Alzheimer estima em 1,5 milhão o número de portadores da desordem em nosso país. E a projeção para a América do Sul é que ela cresça 534% até 2050 — seria um efeito colateral do aumento da expectativa de vida no continente. Mas nem toda essa população pode ou poderá tirar proveito do Souvenaid. Testes revelaram que ele não tem efeito protetor em quadros moderados ou avançados. “O suplemento melhora o estado das membranas dos neurônios, viabilizando as sinapses, que são geralmente atacadas na fase precoce do Alzheimer”, explica o neurologista Paulo Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo. Se a doença progride, as células nervosas capitulam e os danos são irreversíveis.
 
 
Mas qual é a receita do Souvenaid que o tornaria capaz de proteger a memória? O mérito recai sobre as substâncias colina, uridina, DHA e EPA. “As membranas das células nervosas são como paredes, formadas por fosfolipídios, que funcionam como tijolos. Para estimular a formação deles, necessitamos de nutrientes-chave, como os que compõem a bebida”, aponta Claudio Sturion, diretor médico da Danone Medical Nutrition.
 
Sabe-se que certos cardápios, como a dieta mediterrânea — à base de peixes, verduras, frutas e azeite —, diminuem o risco de lapsos de memória e raciocínio lento. Uma das características desse menu é oferecer doses generosas de EPA e DHA, que são formas da gordura ômega-3, além de vitaminas. O Souvenaid meio que se inspira nesse mix nutricional, inclusive pelas suas vitaminas. Um frasco oferece as do tipo C, E e do complexo B, como o ácido fólico. “Ele reduz os níveis circulantes de homocisteína, molécula relacionada à presença de Alzheimer”, exemplifica o psicogeriatra Hewdy Lobo, da Associação Brasileira de Nutrologia. Altas taxas dessa substância estão associadas, por sua vez, ao encolhimento do cérebro.
 
Apesar do amplo histórico de estudos, o Souvenaid não foi avaliado pra valer em pessoas sem declínio cognitivo. Em outras palavras, ainda não pode ser usado na prevenção da doença. Tem mais: embora esteja livre de prescrição e não haja evidências de interação com remédios contra o Alzheimer, recomenda-se a sua ingestão mediante orientação médica. Segundo os testes clínicos, deve-se tomar um pote de 125 mililitros por dia — e o produto começa a fazer efeito após três meses de uso contínuo. Ele serve de lanche da manhã ou da tarde e pode entrar na receita de vitaminas geladas. Só não vale aquecê-lo.
 
Apesar da indicação, a garrafinha está longe de ser barata — uma caixa com quatro unidades custa por volta de 40 reais. Se é preciso tomar uma delas todo dia... Não é por menos que a combinação do suplemento com a medicação chega a dobrar os gastos do paciente. Aliás, diante de obstruções intestinais, dificuldade para engolir e alergia a peixes e frutos do mar (os redutos de DHA), o produto tem de ser descartado. A despeito das contraindicações, o primeiro desafio, inclusive para o médico, é captar o mais cedo possível os sinais do Alzheimer. “A detecção depende principalmente do exame clínico, já que recursos de imagem ajudam a excluir outras causas de demência em estágio mais avançado”, informa o neurologista Arthur Shelp, da Universidade Estadual Paulista. Quanto antes isso acontecer, maior a chance de a nova bebida ajudar a blindar o cérebro.
 
Coquetel contra o Alzheimer - ingredientes:
DHA - (1 200 mg) Equivale a um filé de 80 g de salmão. Ele é um tipo de ômega-3.
EPA - (300 mg) Equivale a uma porção de 55 g de anchova. É outra versão do ômega-3.
URIDINA -  (625 mg) Equivale a 420 tomates-cereja. Favorece a condução dos impulsos nervosos.
COLINA -  (400 mg) Equivale a 4 ovos cozidos. Atua no mecanismo de retenção da memória.
 
 
Quando a cuca começa a sofrer
Calcula-se que de 10 a 15% das pessoas que chegam aos 65 anos apresentam sintomas que remetam ao Alzheimer. A prevalência salta 3% ao ano, até atingir quase 50% ao completar os 85 anos. Nos estágios iniciais da doença, os lapsos de memória são mais presentes, mas podem ser sutis e até negligenciados por serem confundidos como algo natural no envelhecimento. Entre os indícios da doença, estão esquecimento de nomes e objetos, confusão com locais familiares, lentidão em tarefas triviais — como gerenciar finanças ou preparar refeições — e alterações frequentes de humor.